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GÖTTERDÄMMERUNG | O CREPÚSCULO DOS DEUSES
RICHARD WAGNER (1813-1883)
FICHA TÉCNICA
Última jornada do Festival Cénico Der Ring des Nibelungen (O Anel do Nibelungo).
Ópera com prólogo e três actos.
Libreto de Richard Wagner.
Estreada em 1876 em Bayreuth (Bayreuth Festspielhaus), Alemanha.

Direcção Musical Marko Letonja
Encenação Graham Vick
Cenografia e Figurinos Timothy O’Brien
Movimentos Coreográficos Ron Howell
Desenho de Luz Giuseppe di Iorio

Orquestra Sinfónica Portuguesa
Coro do Teatro Nacional de São Carlos


Nova Produção
TNSC

INTÉRPRETES

Siegfried Stefan Vinke
Gunther Michael Vier
Hagen James Moellenhoff
Alberich Johann Werner Prein
Gutrune Sónia Alcobaça
Waltraute Julia Oesch
Brünnhilde Susan Bullock
Primeira Norn Katja Boost
Segunda Norn Maria Luísa Freitas
Terceira Norn Sara Andersson
Woglinde Chelsey Schill
Wellgunde Ana Franco
Flosshilde  Luisa Francesconi
SINOPSE
REINOS MÍTICOS DO PASSADO GERMÂNICO


PRÓLOGO

As três Nornen, que tecem os fios de ouro do destino, prevêem o crepúsculo da era dos deuses. Mas
quando a corda do destino é cortada, desaparecem para sempre. Brünnhilde despede-se do seu querido
Siegfried diante da gruta que habitam. Antes de partir em busca de aventuras e glória, Siegfried entregalhe
o anel que ganhou ao matar o dragão Fafner e ela dá-lhe o seu cavalo, Grane.


1º ACTO

Num palácio do Reno, Hagen aconselha o seu meio-irmão, o rei Gunther, a casar com a bela Brünnhilde,
guardada por um muro de fogo. Hagen receia que Siegfried a reconquiste e pensa que um filtro do amor
poderá fazê-lo sentir-se atraído pela irmã de Gunther, Gutrune. Siegfried chega e bebe a poção.
Apaixona-se por Gutrune e esquece Brünnhilde. Siegfried promete conseguir que Brünnhilde ame
Gunther. Hagen vê Siegfried partir para cumprir a sua missão. Em casa, Brünnhilde recebe a sua irmã
valquíria, Waltraute, mas rejeita o pedido dela para salvar os deuses renunciando ao anel que Siegfried
lhe deu. Usando o elmo mágico para ser confundido com Gunther, Siegfried chega ao anoitecer. Arranca
o Anel das mãos de Brünnhilde e obriga-a a entrar para a gruta, onde dormem castamente separados
pela sua espada.


2º ACTO

Adormecido junto ao Reno, Hagen ouve o seu pai Nibelungo, Alberich, pedir-lhe que conquiste o anel.
De madrugada, Siegfried regressa para junto de Gutrune. Quando Gunther chega com Brünnhilde,
Siegfried não a reconhece. Ao ver o anel no dedo de Siegfried, Brünnhilde acusa-o de traição. Mas
Siegfried jura que é leal a Gunther e nega ser casado com Brünnhilde. Hagen convence Brünnhilde e
Gunther de que Siegfried tem de morrer. Brünnhilde junta-se relutantemente ao desfile de casamento
na companhia de Gunther.


3º ACTO

Siegfried vai caçar e encontra as Filhas do Reno que o avisam da sua morte eminente. Gunther e Hagen
encontram Siegfried, que lhes conta a sua juventude. Hagen dá-lhe a beber uma poção mágica que o faz
lembrar-se de Brünnhilde, Hagen mata Siegfried. Gunther e os seus homens levam o corpo de Siegfried
para o palácio. Aí, desejoso de tirar o anel do dedo de Siegfried, Hagen mata Gunther. No entanto,
Brünnhilde consegue ficar com o anel e, para lhe retirar a maldição, usa-o ao sacrificar-se na pira
funerária de Siegfried. As Filhas do Reno recuperam o anel e afogam Hagen. Como previsto, as chamas
consomem os deuses e a sua fortaleza celeste, Valhalla.



ENQUADRAMENTO

Concebida como conclusão de O Anel do Nibelungo, a colossal tetralogia operática de Wagner, O Crepúsculo dos Deuses representa, no entanto, o núcleo a partir do qual o compositor desenvolveu a estrutura de todo o ciclo operático. Inicialmente denominada A Morte de Siegfried (Siegfrieds Tod) e só muito posteriormente alterada, pelo compositor, para a sua denominação definitiva, o primeiro esboço da obra e, consequentemente, de toda a Tetralogia data de 1848 e a sua conclusão dá-se apenas em 1874. A Tetralogia, em parte inspirada na estrutura da tragédia grega e no seu modelo de representação nos festivais religiosos da antiguidade, destinava-se a ser apresentada ao longo de um ciclo musical de quatro óperas distribuídas por quatro dias: O Ouro do Reno, um prólogo reservado para a primeira noite, como obra introdutória, e A Valquíria, Siegfried e O Crepúsculo dos Deuses que seriam levadas à cena nos três dias subsequentes.

Efectivamente, a estreia da Tetralogia deu-se entre os dias 13 e 17 de Agosto de 1876, aquando da abertura do Festspielhaus de Bayreuth e por ocasião da qual foi encenada a versão integral do ciclo. Apesar das duas primeiras obras de O Anel do Nibelungo terem sido estreadas de forma isolada, anteriormente, as restantes foram apresentadas ao público apenas quando a Tetralogia foi concluída, obedecendo assim à intenção do compositor. O Crepúsculo dos Deuses representa o culminar de todo o ciclo operático. É a sua ópera de maior duração e simultaneamente aquela que revela uma maior maturidade e complexidade quer em termos de escrita musical (orquestral, harmónica e temática), quer em termos de encenação, tornando-se uma das obras mais exigentes de todo o repertório operático.

Texto Tiago Cutileiro e Marta Navarro
DATAS

OUTUBRO
Dias 9, 12, 15, 21 e 27 às 18h00
Dias 18 e 24 às 15h00

Classificação Etária
M/12


ÓPERA AO LARGO
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BILHETES


O CREPÚSCULO DOS DEUSES
Estreia

Plateia
           90 €
Balcão 3ª A
 75 €
Balcão 3ª B
37 €
Balcão 4ª A
65 €
Balcão 4ª B
37 €
Frisas, 3ª Ordem - 5 lug.
325 €
Frisas, 3ª Ordem - 4 lug
260 €
1ª, 2ª Ordem - 5 lug.
450 €
1ª, 2ª Ordem - 4 lug.
360 €
4ª Ordem - 5 lug.
210 €
4ª Ordem - 4 lug.
168 €

Outras noites

Plateia
           85 €
Balcão 3ª A
70 €
Balcão 3ª B
35 €
Balcão 4ª A
60 €
Balcão 4ª B
35 €
Frisas, 3ª Ordem - 5 lug.
300 €
Frisas, 3ª Ordem - 4 lug
240 €
1ª, 2ª Ordem - 5 lug.
425 €
1ª, 2ª Ordem - 4 lug.
340 €
4ª Ordem - 5 lug.
200 €
4ª Ordem - 4 lug.
160 €



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