Criada em
1993, a Orquestra Sinfónica Portuguesa (OSP) é um dos corpos artísticos do
Teatro Nacional de São Carlos e tem vindo a desenvolver uma actividade
sinfónica própria, incluindo uma programação regular de concertos, participações
em festivais de música nacionais e internacionais.
Colabora
regularmente com a Radiodifusão Portuguesa através da transmissão dos seus
concertos pela Antena 2 e da participação em iniciativas da própria RDP, tais
como o Prémio Pedro de Freitas Branco para Jovens Chefes de Orquestra, o Prémio
Jovens Músicos-RDP e a Tribuna Internacional de Jovens Intérpretes.
No âmbito
de outras colaborações destaque-se também a sua presença nos seguintes
acontecimentos: 8.º Torneio Eurovisão de Jovens Músicos transmitido pela
Eurovisão para cerca de quinze países (1996); concerto de encerramento do 47.º
Festival Internacional de Música y Danza de Granada (1997); concerto de Gala de
Abertura da Feira do Livro de Frankfurt; concerto de encerramento da Expo 98;
Festival de Música Contemporânea de Alicante (2000); e Festival de Teatro
Clásico de Mérida (2003).
No âmbito
das temporadas líricas e sinfónicas, a OSP tem-se apresentado sob a direcção de
notáveis maestros, tais como Rafael Frühbeck de Burgos, Alain Lombard, Nello
Santi, Alberto Zedda, Harry Christophers, George Pehlivanian, Michel Plasson,
Krzysztof Penderecki, Djansug Kakhidze, Milán Horvat, Jeffrey Tate e Iuri
Ahronovitch, entre outros.
A
discografia da OSP conta com dois CD's para a etiqueta Marco Polo, com as Sinfonias n.º 1 e n.º 5, e n.º 3 e n.º 6, de Joly Braga Santos, as quais
gravou sob a direcção do seu primeiro maestro titular, Álvaro Cassuto, e
«Crossing Borders» (obras de Wagner, Gershwin, Mendelssohn), sob a direcção de
Julia Jones, numa gravação ao vivo pela Antena 2.
No cargo de maestro titular, seguiram-se José Ramón
Encinar (1999/2001), Zoltán Peskó (2001/2004) e Julia Jones (2008/2011); Donato
Renzetti desempenhou funções de Primeiro Maestro Convidado entre 2005 e 2007.