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André Baleiro é vencedor do 17.º Concurso Internacional Robert Schumann (Zwickau, 2016), do Concurso de Canto Lírico da Fundação Rotária Portuguesa (Lisboa, 2016), do Prémio Most Promising Talent, do Concurso Internacional DAS LIED (Heidelberg, 2017) e do SWR Young Opera Stars (2019). Foi ainda distinguido com 2.ºs Prémios nos Concursos Internacionais de Lied Helmut Deutsch (Viena, 2021) e Schubert e a Música Moderna (Graz, 2022).
Tem-se destacado nos papéis de Pelléas (Debussy), Valentin (Gounod), Ford (Verdi), Miller (Verdi), Orphée (Philip Glass), Tarquinius (Britten), Ned Keene (Britten) e Figaro (Rossini), apresentando-se em salas como o Teatro Nacional de São Carlos, Fundação Gulbenkian, Kammeroper München e Theater Luzern.
O seu vasto repertório de concerto inclui obras que vão de Monteverdi (Vespro) a Schönberg (Gurre-Lieder), passando por Bach (Passionen), Brahms (Requiem), Mahler (Orchesterlieder) e Britten (War Requiem).
Na presente temporada estreou-se como Conte di Luna (Verdi) e Wolfram (Wagner), e interpretará o papel de Camões na nova produção Relicário Perpétuo do TNSC com música de Luís Tinoco.
Estudou canto na Universidade das Artes em Berlim, sob a orientação de Siegfried Lorenz.
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