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O barítono venezuelano Gustavo Castillo iniciou os seus estudos musicais com o «El Sistema». De 2016 a 2018, foi membro da Academia do Teatro alla Scala de Milão, onde se apresentou como Peter em Hansel und Gretel e como Figaro na versão infantil de Il barbiere di Siviglia. Destacam-se, dos papéis importantes que já interpretou: Giorgio Germont (La traviata) em Tóquio e nas Termas de Caracalla; Scarpia (Tosca) em Hanôver; Amonasro (Aida) em Novara; Mercutio (Roméo et Juliette) em Bari; Renato (Un ballo in maschera) em Klagenfurt; Lescaut (Manon Lescaut); Guido di Monforte (I vespri siciliani) em Bolonha; Posa (Don Carlos) em Berna; Marcello (La bohème) no Japão; e Enrico (Lucia di Lammermoor) em Oviedo. Em Montréal, estreou-se como Guglielmo em Così fan tutte e, no Festival de Wexford, cantou Foscari em Il bravo de Mercadante. Com o maestro Gustavo Dudamel e a Filarmónica de Los Angeles, apresentou-se na Cantata Criolla de Antonio Estévez em Los Angeles, Nova Iorque e
Bogotá. Outros concertos levaram-no a cidades como Montréal, Grand Rapids e São Diego, bem como atuou com a Orquestra Sinfónica MDR sob a batuta de Dennis Russell Davies. O seu repertório concertístico inclui Estancia de Ginastera, Carmina Burana de Orff, Missa de coroação de Mozart, Magnificat de Bach e Requiem de Fauré. Mais recentemente, foi Silvio em Pagliacci, em Palermo, Don Carlo em La forza del destino, em Berna, e Macbeth em Macbeth de Verdi, em Novara. Durante uma
digressão pelo Japão, estreou-se na 9.ª Sinfonia de Beethoven.
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