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Nascido em Londres, filho de pais suíço-húngaros, Max Hoehn começou a sua carreira como assistente de encenadores como Graham Vick e David Pountney em algumas das principais companhias europeias, incluindo o Festival de Glyndebourne, Oper Frankfurt, Opernhaus Zürich, Grand Théâtre de Genève e o Teatro Mariinsky. Em Portugal foi assistante de Graham Vick na sua produção de Alceste para o Teatro Nacional de São Carlos.
Em 2016 foi nomeado para o prémio de ‘Best Young Director’ no International Opera Awards depois a sua encenação de Biedermann und Brandstifter para o Independent Opera no Sadler’s Wells. Desde então, as suas próprias produções incluem Der fliegende Holländer (Teatro Nacional de São Carlos, Lisboa), The Consul, Così fan Tutte (Welsh National Opera), L’incoronazione di Poppea (Wilhelma Theater, Stuttgart), Die Fledermaus (Neustrelitz), La Cenerentola (Bremerhaven), L’Elisir d’Amore (Longborough), Die Rheinnixen (Battersea Arts Centre, Londres) e Il Segreto di Susanna (Óbidos). Em outubro vai encenar L’equivoco stravagante de Rossini para o Festival de Wexford.
Max Hoehn também escreve libretos e versões em inglês de óperas, incluindo Khovanshchina (Birmingham Opera Company).
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